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Sob pressão de partidos aliados Romero convoca vereadores para debater reforma administrativa

Sob pressão de partidos aliados Romero convoca vereadores para debater reforma administrativa
 O prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSDB), convocou os vereadores de sua bancada para definir o nome dos novos secretários que integrarão o governo na reforma a ser realizada pelo chefe do Executivo Campinense. Vários partidos aliados do tucano, tem pressionado Romero, e querem cargos no governo.

A perspectiva é que os líderes de partido indiquem os nomes que deverão compor o governo a partir da reforma. Romero adiantou que promoverá até abril mudanças no primeiro escalão do governo. O motivo é o prazo de desincompatibilização, dado pela Justiça Eleitoral, para quem ocupa cargos de secretários e que pretende disputar as eleições deste ano. Os secretários Guilherme Almeida (Agricultura), Tovar Correia Lima (Chefe de Gabinete), Gilbran Asfora (Articulação Política) e Marlene Alves (Cultura) já manifestaram a intenção de disputar uma das 36 cadeiras da Assembleia Legislativa da Paraíba.

Guilherme Almeida, que foi eleito em 2010, retornará à Assembleia para concluir o mandato e participar da campanha pela reeleição, enquanto Gilbran Asfora tentará retornar ao Legislativo estadual, onde ocupoucadeira entre 1994 e 1998. Na legislação seguinte ficou na suplência. Romero Rodrigues tem pela frente a tarefa de manter majoritária a bancada governista na Câmara Municipal. Por isso, com a volta de Tovar Correia Lima ao mandato de vereador, o prefeito já estuda uma forma de manter a suplente Ivonete Ludgério na Casa e na condição de líder do Governo. A solução seria convocar outro nome da bancada para integrar o secretariado.

“Vamos tentar manter, de certa forma um rodízio, que permita a manutenção de nossa base no Poder Legislativo conservada de respeitar essa necessidade harmônica da Câmara, no sentido de permitir que haja a ascensão de algum suplente”, disse o tucano, deixando claro que a substituição atendendo a critérios técnicos. No caso de Marlene Alves, ex-reitora da Universidade Estadual da Paraíba e atualmente no comando da Secretaria de Cultura, Romero lembra que o nome da professora foi indicado pelo PC do B para a disputa de uma vaga na Assembleia ou na Câmara Federal.

Além do PROS, que tem quatro vereadores na Câmara de Campina Grande, e quer ser prestigiado na reforma que o prefeito Romero Rodrigues pretende fazer no secretariado, legendas como o PSC e o PRB do presidente da Câmara Nelson Gomes entraram na disputa e querem pastas relevantes. Com quatro vereadores Alexandre do Sindicato (ex-PTC), Pimentel Filho (ex-PMDB), Ivam Batista (ex-PMDB) e Cícero Buchada (ex-PTN), o PROS quer ser bem contemplado na reforma.

Enquanto o PROS já indicou seu interesse que é a Secretaria de Ação Social (SEMAS) e já indicou o filiado o pastor Mario Cesar, o PSC de Guilherme quer manter a secretaria de agricultura e indicar o vereador Orlandino Farias, indicação essa que esbarra no interesse do PRB. Com dois representantes na CMCG, o PRB vai pedir ao prefeito Romero Rodrigues a nomeação do vereador Lula Cabral para a Secretaria de Agricultura.

Da Redação c/PBAgora





Cássio vê 3º mandato de Vené em postulação do PMDB, mas esquece que governou CG 5 vezes

Cássio vê 3º mandato de Vené em postulação do PMDB, mas esquece que governou CG 5 vezes
Cássio vê 3º mandato de Vené em postulação do PMDB, mas esquece que governou PMCG por cinco vezes

FAÇA O QUE EU DIGO, MAS NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO. O ditado popular já um pouco em desuso pode ser aplicado ao senador Cássio Cunha Lima, do PSDB, que nesta quarta-feira (01), ao criticar a postulação do PMDB na corrida pela sucessão municipal, acabou esquecendo que já se utilizou da mesma prática que hoje tenta condenar.

Tudo aconteceu quando o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) quis insinuar que a candidatura da médica Tatiana Medeiros (PMDB) representava o 3º mandato do prefeito Veneziano Vital do Rego (PMDB).

A comparação, no entanto, deixa o tucano em uma saia justa, já que o próprio Cássio esteve a frente doexecutivo campinense por cinco vezes. Cássio acaba sendo vítima da sua própria declaração, afinal de contas, o senador foi prefeito de Campina Grande por cinco vezes seguidas, senão por ele mesmo, mas também por suas indicações.

RELEMBRE - Em 1988, Cássio foi eleito pela primeira vez prefeito de Campina Grande.

Em 1992, renunciou para assumir a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), aí assumiu em seu lugar o ex-prefeito e advogado Félix Araújo Filho.

Em 1996, foi eleito prefeito da Rainha da Borborema pela segunda vez.

Em 2000, foi eleito mais uma vez, agora pela terceira vez, chefe do Executivo campinense.

Em 2002, Cássio renunciou mandato para se candidatar a governador e daí assumiu em seu lugar, a então vice-prefeita de Campina Grande, Cozete Barbosa (PT).

Ou seja, assumiu diretamente três gestões mais duas indiretamente, sendo uma com o advogado Félix Araújo Filho e outra com Cozete Barbosa.
Da redação do Interiorano 
Com o PB Agora  



Marta Suplicy é condenada e tem direitos

 


políticos cassados por 3 anos


Ministra cometeu improbidade administrativa à frente da Prefeitura de SP.
Justiça entendeu que ela contratou ONG sem a devida licitação
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Do G1 São Paulo

Marta Suplicy, durante divulgação do Vale Cultura em São José dos Campos falou sobre polêmica das biografias (Foto: Débora Carvalho/G1)Marta Suplicy, em evento do Ministério da
Cultura (Foto: Débora Carvalho/G1)
A ex-prefeita de São Paulo e atual ministra da Cultura, Marta Suplicy, foi condenada por improbidade administrativa pela Justiça de São Paulo por atos à frente do Executivo municipal no período de 2001 a 2005. A decisão, publicada no último dia 9, é do juiz Alexandre Jorge Carneiro da Cunha Filho, da 1ª Vara da Fazenda Pública da capital paulista.
Além da suspensão dos seus direitos políticos por três anos, Marta Suplicy foi condenada ainda a pagar multa no valor de cinco vezes o que ela recebia de remuneração no período em que foi prefeita.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Marta Suplicy contratou sem licitação, em 2002, a organização não-governamental GTPOS (Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual) para desenvolver ações sobre planejamento familiar, métodos contraceptivos e sexualidade para os moradores das subprefeituras de Cidade Ademar e Cidade Tiradentes, ambas na Zona Leste de São Paulo.
A secretária municipal da Educação na gestão de Marta Suplicy, Maria Aparecida Perez, também teve seus direitos políticos cassados por três anos e ainda terá de pagar multa equivalente a cinco vezes o salário dela na época.
A ONG também foi condenada a pagar multa no valor de 10% do contrato original firmado com a administração, de R$ 372.119,19 na época, o qual deve ser atualizado segundo os índices oficiais acrescido de juros moratórios contados da última citação realizada nos autos do processo. E foi proibida de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia majoritária, pelo prazo de três anos.
Em sua decisão, o juiz afirma que os documentos apresentados comprovam que a “contratação ilícita levou ao favorecimento da entidade, que, em sua origem, teve relações estreitas com a chefe do Executivo local”. Marta Suplicy foi sócia-fundadora da ONG.
“Nestes termos, verifica-se que o gestor desviou-se de seu dever de imparcialidade, praticando conduta voluntária e consciente, favorável à entidade com que há pouco mantinha estreita relação funcional, não se resguardando quanto à licitude objetiva do processo de escolha do prestador de serviço, para o que era imprescindível, no mínimo, a consulta de preços dirigida a demais agentes aptos à atividade contratada”, completa a decisão judicial, da qual cabe recurso.
DA REDAÇÃO C/G1

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